FlashMob em Estocolmo

FlashMob em Estocolmo em homenagem a MJ:

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Video com André Lemos e Eduardo de Jesus sobre mídias locativas e estética em redes sociais

Vídeo com André Lemos e Eduardo de Jesus sobre mídias locativas e estética em redes sociais durante o seminário “Artes Plásticas e Comunicação na Contemporaneidade” na Casa Fiat de Cultura em Belo Horizonte (out.2008). “Projeto sempre um papo”.

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Programa para 2009.2

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE COMUNICAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E CULTURA CONTEMPORÂNEAS
GRUPO DE PESQUISA EM CIBERCIDADE

O Grupo de Pesquisa em Cibercidade (credenciado no CNPq) faz parte do Centro Internacional de Estudos e Pesquisa em Cibercultura (Ciberpesquisa) do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da FACOM-UFBa. O grupo é coordenado pelo professor André Lemos. O tema de discussão tem sido, desde 2004, Comunicação e Mobilidade. O grupo agrega professores, estudantes de graduação interessados na temática e pesquisadores em mestrado e doutorado no PPGCCC/Facom-UFBa. Como atividades para 2009.2, gostaríamos de destacar:

1. Reuniões Semanais com todos os pesquisadores. Nesse semestre estará em discussão o livro: Katz, J., Handbook of Mobile Communication Studies., MIT Press, 2008, além de discussões sobre projetos dos pesquisadores.

2. Seminários mensais com convidados externos locais. O GPC realizará encontros mensais abertos a toda a comunidade da UFBa e ao público em geral.

3. Programa de Video-Conferências com nomes internacionais a confirmar (Pierre Lévy, Rob Shields, Will Straw, Kim Sawchuk, Trebor Sholz, James Katz). Serão realizadas uma ou duas vídeo-conferências nesse semestre 2009.2.

4. “MobileLab”. O GPC monta em 2009.2 um laboratório com equipamentos (smartphones, netbooks, GPS, wireless routers) e livros com recursos do Edital de Ciências Humandas do CNPq no total de R$ 13.000,00.

5. Palestra de abertura do Semestre 2009.2 com um convidado de renome nacional a ser definido posteriormente.

PROGRAMA DE REUNIÕES

QUINTAS as 14H

Início do Semestre – 10/08

13/08- 1,2
20/08 – 3,4
27/08 – 5, 6
03/09 – 6, 7
10/09 – 8, 9
17/09 – 10, 11
24/09 – 12, 13
01/10 – 14, 15
08/10 – 16, 17
15/10 – 18, 19
22/10 – 20, 21
29/10 – 22, 23
05/11 – 24, 25
12/11- 26, 27
19/11- 28, 29
26/11- 30, 31
03/12 – 32, Aftword

Último dia de Aula – 07/12

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Twitter

GPC está agora no Twitter.
Se quiser ficar atualizado com as notícias, projetos e cursos do GPC, siga o twitter do GPC

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Mobile 2.0

Mobile 2.0 do ICA,

Papers e power point dos trabalhos apresentados na pré-conferência do ICA em Chicago nos dias 20 e 21 de maio.

Material disponível em: http://lirneasia.net/2009/05/mobile20beyond-voice-ica-pre-conference-papers-for-download/

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QR code: o lugar, o tempo real e a conexão impresso/web

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No ano passado, em dezembro, o jornal A Tarde de Salvador implantou a tecnologia QR code no jornal impresso para, a partir de um celular com leitor destes códigos bidimensionais, oferecer informação complementar às matérias jornalísticas como vídeo, fotos ou textos. Na edição do mesmo mês a revista  Viagem também adotou a tecnologia para seus leitores obterem informações extras de pontos turísticos. Em cima deste potencial, Michael Josefowicz, do Mediashift, discute no artigo QR Codes Connect Print to the Web como o jornalismo e a publicidade podem explorar as novas possibilidades de interligação entre a mídia analógica e digital envolvendo impresso, web e celular. Para ele, o QR code pode linkar para dados em tempo real levando em consideração o lugar, a comunidade para a qual aquela informação importa e naquele momento, ou seja, jornalismo locativo como uma das práticas associdadas às mídias locativas. [no curso Mídias Locativas na UFBA algumas destas questões e exemplos apareceram nas apresentações, além das próprias experiências que colocaram em prova a funcionalidade de QR Codes].
Abaixo alguns trechos deste artigo e as questões levantadas no entorno:

“A versioned newspaper filled with QR codes can pinpoint “where” an exchange takes place. “Where” is the critical issue for successful versioned newspaper distribution. Once a newspaper ad salesperson can deliver “where” information to local advertisers, it’s a very clear value proposition.

For an editor or journalist, QR codes can deliver real time data on the most ineffable and important feedback, answering questions like “Is this story interesting to people who live in a geographically defined community?” While there is an approximation of the “interesting” factor on the web, the fact is that the web is still for a niche audience of very interested people. If the task is to engage the previously uninterested, data from web clicks is much too noisy.

QR codes have the potential to cut through that noise and help transform the way we use these media. My personal passion is not print or newspapers, it’s fixing high school education. Since I believe that print is the best learning tool and the web is the best talking and tracking tool, as the connections grow between these two media, a tipping point in educating our young people will emerge. That’s one way the world is changing.

The common wisdom about print has created a ferocious noise that has drowned out the signals of new print-to-the-cloud technology. I will try to amplify that signal over the next few weeks. Once it gets on the radar of journalists and newspaper publishers, the world will change, again.”

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Mídias Locativas também na prática

Quem participa até amanhã (19) do curso de extensão em Mídias Locativas organizado pelo GPC na Facom-UFBA pode não apenas ter uma visão teórica sobre os diversos assuntos referentes a estas tecnologias, como também pode experimentar o funcionamento prático de algumas delas.

 Isso porque, desde o primeiro dia, na  segunda-feira  passada (12), estão sendo  enviados por Bluetooth  frases de autores  importantes para o estudo destes    meios  que de alguma forma sintetizam o que se é  explicado. São textos de Ben Russel,  Joshua  Meyrowitz, Lucia Santaella, entre outros.

Para recebê-los, basta deixar aberto o Bluetooth do celular, e disto são avisados todos os participantes do curso assim que chegam ao auditório da faculdade. Os arquivos são enviados através de um programa de Bluetooth Marketing instalado em um dos notebooks usados no evento.

Além do Bluetooth, também estão sendo usados o Qik, ferramenta de gravação de vídeo pela qual estão sendo transmitidos trechos das falas dos palestrantes ao vivo pela internet, e o QR Code, código que foi impresso nos cartazes do curso e que, ao ser lido com um celular com acesso a internet, permite a conexão direta com o site que contem informações sobre o curso.

O curso de extensão em Mídias Locativas segue nesta segunda-feira, 18, com uma palestra do professor Luiz Adolfo Andrade sobre Jogos Eletrônicos e Mídias Locativas. Amanhã (19), é a vez do professor Macello Medeiros falar sobre o uso de redes bluetooth para ações de marketing.

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vídeos da apresentação de Fernando Firmino no terceiro dia do curso

Videos do terceiro dia do Curso Mídias Locativas da apresentação do professor Fernando Firmino da Silva sobre “jornalismo e mídias locativas”.  Na próxima semana o curso prossegue com mais duas apresentaçõe:  “Jogos eletrônicos e mídia locativa” (Luiz Adolfo de Andrade) e “Bluetooth marketing e mídias locativas” (Macello Medeiros). O curso “Mídias Locativas – Comunicação e Mobilidade” é realizado pelo Grupo de Pesquisa em Cibercidades da UFBA.

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Videos da apresentação do professor José Carlos Ribeiro do segundo dia do curso

Acima, trechos da apresentação do professor  José Carlos Ribeiro no segundo dia do curso “Midias Locativas – Comunicação e Mobilidade” gravados no celular. Videos completos das apresentações do curso serão disponibilizados posteriormente. Hoje,  terceiro dia do evento,  o professor da UEPB e pesquisador do GPC, Fernando Firmino,  falará sobre JORNALISMO E MIDIAS LOCATIVAS.

MÍDIA LOCATIVA NA PRÁTICA – Além das palestras, o Grupo de Pesquisa em Cibercidades está realizando experiências com mídias locativas com o uso de QR Codes, emissão de mensagens via bluetooth e transmissão ao vivo via Qik.   No decorrer do evento serão relatadas, em post, estas experiências ilustradas com depoimentos, imagens e vídeos.

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No segundo dia do Mídias Locativas José Carlos Ribeiro aborda as redes sociais

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No segundo dia do curso “Mídias Locativas – Comunicação e Mobilidade”, o professor da UFBA e pesquisador do GPC, José Carlos Ribeiro (foto acima), trouxe inúmeras questões em torno das redes sociais e sua relação com as mídias locativas e questionou como pensar os novos fenômenos e a complexidade em torno deles  com as teorias clássicas.  Entre os pontos em destaque está a sociabilidade e as redes sociais num contexto de dispositivos móveis e conexões de rede. Videos desta apresentação será disponibilizada em breve.

Hoje acontece o terceiro dia do curso com a apresentação do professor da UEPB e pesquisador do GPC, Fernando Firmino da Silva, que irá apresentar a temática “Jornalismo e Mídias Locativas”.  Para acompanhar as apresentações siga a tag #midialocativa no Twitter e flashes ao vivo via Qik na página do Grupo de Pesquisa em Cibercidades.

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Mídias Locativas

A pedidos, estão prorrogadas as inscrições para o curso de #midiaslocativas. Agora tem que correr e entrar no sistema: http://fapex.org.br/mof/

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Videos da apresentação de André Lemos

André Lemos, Mídias Locatuvas

Acima, trecho da apresentação do professor André Lemos na de abertura do curso “Midias Locativas – Comunicação e Mobilidade” gravados no celular. Veja também a parte 2, a parte 3 e a parte 4. Videos completos das apresentações do curso serão disponibilizados posteriormente.

Hoje,  segundo dia do evento,  o professor José Carlos Ribeiro irá expor o tema “REDES SOCIAIS E MÍDIAS LOCATIVAS” e na quarta-feira o pesquisador do GPC, Fernando Firmino, falará sobre JORNALISMO E MIDIAS LOCATIVAS. Na próxima semana ocorrerá mais dois dias com abordagens sobre mídias locativas com apresentações dos pesquisadores Luiz Adolfo e Macello Medeiros. O  curso “Midias Locativas – Comunicação e Mobilidade” é realizado pelo Grupo de Pesquisa em Cibercidades do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA.

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Imagens do primeiro dia do Curso Mídias Locativas

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André Lemos abre primeiro dia do Curso de Mídias Locativas

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Professor André Lemos, da UFBA,   inicia o  Curso Mídias Locativas, no auditório da FACOM, com com a apresentação  do tema “MÍDIA LOCATIVA. COMUNICAÇÃO E MOBILIDADE. INTRODUÇÃO E ASPECTOS GERAIS”.

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Qik com Shots do Curso Mídias Locativas

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Matricula Aberta

Matrícula para curso de extensão sobre Mídia Locativa aberta em:

http://www.fapex.ufba.br/mof/

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Inscrição Curso Mídia Locativa

Curso Mídia Locativa

As inscrições para o curso de extensão sobre Mídias Locativas serão feitas APENAS online no site da Fapex. A Fapex está processando o curso. Vejam o site da Fapex para efetuar a sua inscrição.

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Curso Mídia Locativa

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE COMUNICAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E CULTURA CONTEMPORÂNEAS
GRUPO DE PESQUISA EM CIBERCIDADE

CURSO DE EXTENSÃO
MÍDIAS LOCATIVAS – COMUNICAÇÃO E MOBILIDADE

COORDENADOR
PROF. DR. ANDRÉ LEMOS, PESQUISADOR 1 DO CNPQ

PROFESSORES DO CURSO
EQUIPE DO GPC

André Lemos, PhD, Professor do PPGCCC/FACOM/UFBA
José Carlos Ribeiro, PhD, Professor do PPGCCC/FACOM/UFBA
Macello Medeiros, MsC, Doutorando do PPGCCC/FACOM/UFBA
Fermando Firmino da Silva, MsC, Doutorando do PPGCCC/FACOM/UFBA
Luiz Adolfo Andrade, MsC, Doutorando do PPGCCC/FACOM/UFBA

EMENTA

O atual estágio do desenvolvimento das tecnologias digitais móveis configura-se como uma nova fase da cibercultura, a da “internet das coisas”. Podemos utilizar aqui a metáfora do download do ciberespaço ou como diz Russel (1999), da internet “pingando” nas coisas, para mostrar que a antiga discussão sobre a constituição de um mundo a parte com o surgimento do ciberespaço parece estar em questão com a virada espacial que os estudos das mídias locativas trazem para o debate sobre a comunicação contemporânea. Vamos examinar o uso de tecnologias e serviços baseados em localização no contexto mundial e brasileiro, apontando para a discussão de questões como espaço, lugar, comunicação e mobilidade. Mídias locativas como dispositivos, sensores e redes digitais sem fio e seus respectivos bancos de dados “atentos” a lugares e contextos, os chamados LBS e LBT. A característica fundamental das mídias locativas é que elas aliam, paradoxalmente, localização e mobilidade. Vamos abordar nesse curso aspectos da relação dessas novas mídias: a arte, os games, as redes de sociabilidade, marketing e o jornalismo. O curso é proposto pelo Grupo de Pesquisa em Cibercultura, credenciado pelo CNPq e pioneiro dessa discussão no Brasil.

CARGA HORÁRIA
15H

PUBLICO ALVO
Estudantes de graduação e de pós-graduação em comunicação, arquitetura, geografia, sociologia e áreas afins, profissionais de comunicação como jornalistas, relações públicas, publicitários.

ONDE
Auditório da Faculdade de Comunicação da UFBa.

QUANDO
11, 12, 13, 18 e 19 DE MAIO

HORÁRIO
19 às 22H

INSCRIÇÃO

Fapex/UFBA

CUSTO
Profissional – R$ 100,00
Estudante – R$ 50,00

CALENDÁRIO DO CURSO

11 DE MAIO – MÍDIA LOCATIVA. COMUNICAÇÃO E MOBILIDADE. INTRODUÇÃO E ASPECTOS GERAIS – Prof. Dr.. André Lemos

12 DE MAIO – REDES SOCIAIS E MÍDIAS LOCATIVAS – Prof. Dr. José Carlos Ribeiro

13 DE MAIO – JORNALISMO E MÍDIAS LOCATIVAS – Prof. MsC Fernando Firmino

18 DE MAIO – JOGOS ELETRÔNICOS E MÍDIAS LOCATIVAS – Prof. MsC Luiz Adolfo Andrade.

19 DE MAIO – BLUETOOTH MARKETING E MÍDIAS LOCATIVAS – Prof. MsC Macello Medeiros

PROGRAMA DAS DISCIPLINAS

11 DE MAIO

MÍDIA LOCATIVA. COMUNICAÇÃO E MOBILIDADE. INTRODUÇÃO E ASPECTOS GERAIS.
PROF. DR. ANDRÉ LEMOS

EMENTA

As formas e artefatos comunicacionais têm transformado os espaços sociais desde as primeiras cidades até as metrópoles contemporâneas. As mídias locativas, agregando conteúdo informacional a um local específico, criam novas formas de ação no espaço urbano. Vemos essas mudanças na agregação de pessoas em áreas Wi-Fi, na busca por zonas de acesso às redes de telefonia celular, nas trocas de SMS, fotos ou vídeos, nas conexões em redes bluetooth, na emissão de dados por etiquetas de rádio freqüência, RFID3. A mobilidade social, a relação com o espaço urbano e as formas comunicacionais passam por transformações importantes na atual fase da sociedade da informação, a fase da “internet das coisas”. As mídias reconfiguram os espaços urbanos, os subúrbios, os centros, dinamizam o transporte público e tornam mais complexo esse organismo-rede que são as cidades. Mostraremos nesse módulo como as formas sociais emergentes dessas mídias de função pós-massiva, aliadas às tecnologias móveis (dispositivos e redes de comunicação como palms, laptops, GPS, celulares, etiquetas RFID, Wi-Fi, bluetooth), criam novos processos de controle informacional do espaço, em novos “territórios informacionais”. Para tanto, criamos uma tipologia das mídias locativas e definimos os territórios informacionais como heterotopias (Foucault) da ciberurbe. Mostramos exemplos concretos a partir de experiências em meio, geolocalização, anotações urbanas e realidade aumentada, games, jornalismo, etc. Apontamos também algumas questões ligadas ao controle, vigilância e invasão da privacidade.

BIBLIOGRAFIA

Beslay, Laurent., Hakala, Hannu., Digital Territory: Bubbles., in Vision Book, 2005., http://europa.eu.int/information_society/topics/research/visionbook/index_en.htm

Bourdin, Alain., A Quesão Local. Rio de Janeiro, DP&A, 2001.

Castells, Manuel., A era da intercomunicação, in Le Monde Diplomatique., in http://diplo.uol.com.br/2006-08,a1379, 2006.

Foucault, Michel, De Outros Espaços., in Architecture, Mouvement, Continuité, 1984, traduzido por Pedro Moura, disponível em http://www.rizoma.net/interna.php?id=169&secao=anarquitextura

Hemment, D., Evans, J., Humphries, T., Raento, M., Locative Media and pervasive surveillance: The Loca Project., in http://www.drewhemment.com/2006/locative_media_and_pervasive_surveillance_the_loca_projectby_drew_hemment_john_evans_theo_humphries_mika_raento.html., 2006

Lemos, A. (2008) Mídias Locativas e Territórios Informacionais. In Santaella, L., Arantes, P. (ed), Estéticas Tecnológicas. Novos Modos de Sentir., São Paulo: EDUC., pp. 207-230.

Lemos, A., (2007). Comunicação e práticas sociais no espaço urbano: as características dosDispositivos Híbridos Móveis de Conexão Multirredes (DHMCM). Revista Comunicação, Mídia e Consumo, São Paulo, v.4, n.10, p.23-40, jul.

Lemos, A.(2009). Mobile Communication and New Sense of Places. A Critique of Spatialization in Cyberculture. No prelo. Galáxia, PUC -SP.

Lemos, André., Ciberespaço e Tecnologias Móveis: processos de Territorialização e?Desterritorialização na Cibercultura., COMPÓS, Baurú, SP, junho de 2006.

Lemos, André., Cidade Ciborgue., in Galáxia. Revista Transdisciplinar de Comunicação, Semiótica, Cultura., n. 8, PUC-SP, São Paulo, EDUC:Brasília, 2004

Lemos,André (org). Ciberurbe. A cidade na sociedade da informação, RJ, Ed. E-papers, 2005.
McCulloug, M., (2). On The Urbanism of Locative Media, Places 18.2, p. 27., 2006., http://repositories.cdlib.org/cgi/viewcontent.cgi?article=2243&context=ced/places

Pope, S. The Shape of Locative Media, Mute Magazine Issue 29 (9 February 2005)., http://www.metamute.com/look/article.tpl?IdLanguage=1&IdPublication=1&NrIssue=29&NrSection=10&NrArticle=1477

Rheingold, H., Smart Mobs. The next social revolution., Perseus Publishing, 2003.

Santaella, L. (2008). A Estética Política das Mídias Locativas. In Nómadas, n.. 28. Abril 2008. In http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/colombia/iesco/nomadas/28/12-estetica.pdf

Tuters, Marc. The Locative Utopia., in http://www.locative.net/tcmreader/index.php?endo;tuters , 2006.

12 DE MAIO.

REDES SOCIAIS E MÍDIAS LOCATIVAS
PROF. DR. JOSÉ CARLOS RIBEIRO

EMENTA

Este módulo se propõe a mapear e discutir alguns elementos que compõem o quadro das trocas sociais efetivadas através do uso das mídias locativas nos espaços dos centros urbanos. A partir da análise de diversos exemplos, procura-se evidenciar as principais características que se revelam como promotoras de mudanças nas redes e nas dinâmicas sociais vivenciadas por seus participantes. Em uma perspectiva mais ampla, busca-se também examinar em que medida estas manifestações singulares servem de base para se pensar em uma gradativa mudança em padrões habituais de sociabilidade no contexto contemporâneo.

BIBLIOGRAFIA

Albrecht, K., McIntyre, L. Spychips. How Majors Corporations and Government Plan to Track Your Every Purchase and Watch Your Every Move., NY: Plume Book, 2006.

Kraan, A. To Act in Public through Geo-Annotation. Social Encounters through Locative Media Art. In OPEN no. 11 Hybrid Space. Disponível em http://www.skor.nl/download.php?id=3234.

Lemos, A. Mídias Locativas e Territórios Informacionais. In Santaella, L., Arantes, P. (ed), Estéticas Tecnológicas. Novos Modos de Sentir. São Paulo: EDUC, pp. 207-230, 2008.

Meyrowitz, J. No Sense of Place. The impact of Electronic Media on Social Behavior. London: Oxford University Press, 1985.

Ribeiro, J. C. ; Brunet, K. ; Falcão, T. Comunicação Móvel e Jogos em Espaços Híbridos. E-Compós (Brasília), v. 11, p. 02, 2008. Disponível em http://www.compos.org.br/ seer/index.php/e-compos/article/view/247/275.

Shirvanee, L. Locative Viscosity: Traces Of Social Histories In Public Space. Disponível em http://leoalmanac.org/journal/vol_14/lea_v14_n03-04/lshirvanee.asp.

Siegemundand, F.; Florkemeier, C. Interactionin Pervasive Computing Settings using Bluetooth-enabled Active Tags and Passive RFID Technology together with Mobile Phones. Disponível em http://xml.coverpages.org/Siegemund-BluetoothRFID.pdf.

13 DE MAIO

JORNALISMO E MÍDIAS LOCATIVAS
PROF. MSC. FERNANDO FIRMINO

EMENTA

As tecnologias móveis digitais em redes sem fio e as tecnologias baseadas em localização penetram cada vez mais no ambiente jornalístico e formatam novas práticas comunicacionais. Observamos que a mobilidade expandida na produção, distribuição e consumo de informação propiciada por estes dispositivos, reconfigura o jornalismo em suas rotinas jornalísticas, nos seus produtos e na forma como a audiência lida com a informação na sociedade contemporânea. Portanto, nosso objetivo com o curso é oferecer um panorama da área e discutir as potencialidades e implicações do jornalismo e mobilidade como categoria sob a perspectiva do jornalismo móvel e do jornalismo locativo. Mostraremos experiências midiáticas com abordagem dos aspectos de mobilidade e localização vinculados às mídias locativas e à comunicação móvel.

BIBLIOGRAFIA

Briggs, Mark. Journalism 2.0 – how to survive and thrive (a digital literacy guide for the information age. Disponível em http://www.kcnn.org/resources/journalism_20/ acesso em 27 dez. 2007.

Goggin, Gerard. Cell Phone Culture – mobile technology in everyday life. New York: Routledge, 2006

Lemos, André. Cidade e mobilidade. Telefones celulares, funções pós-massivas e territórios informacionais. Revista MATRIZes n.1 out. 2007

Pavlik, John V. Journalism and new media. New York: Columbia University Press, 2001

Paterson, Chris. Domingo, David (orgs.). Making Online News – the ethnography of new media production. New York: Peter Lang, 2008

Pellanda, Eduardo. Internet móvel: novas relações na cibercultura derivadas da mobilidade da comunicação. (tese doutorado). Porto Alegre: PUC-RS, 2005

Pardo Kuklinski, Hugo; BRANDT, J.; PUERTA, J. P. Mobile web 2.0. A theoretical – technical framework and developing trends. International Journal of Interactive Mobile Technologies (iJIM). Vol. 2, No. 4, p. 54-61, 2008

Quinn, Stephen; LAMBRE, Stephen. Online Newsgathering – research and reporting for journalism. Oxford: Focal Press, 2008.

Santaella, Lucia. Linguagens líquidas na era da mobilidade. São Paulo: Paulus, 2007

Salaverría, Ramón.; AVILÉS, José Alberto García. La convergencia tecnológica em los medios de comunicación: retos para el periodismo. Trípodos, número 23, Barcelona, 2008, p. 31-47

Silva, Fernando Firmino da. Edição de imagem em jornalismo móvel. In FELLIPI, Ângela; SÓSTER, Demétrio de Azevedo; PICCININ, Fabiana (orgs.). Edição de imagens em jornalismo. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2008

Silva, Fernando Firmino da. Moblogs e microblogs: jornalismo e mobilidade. In: Amaral, A.; Recuero, R.; Montardo, S. (orgs.). Blogs.com: Estudos sobre blogs e comunicação. São Paulo: Momento Editorial, 2009

18 DE MAIO

JOGOS ELETRÔNICOS E MÍDIA LOCATIVA.
PROF. MSC. LUIZ ADOLFO DE ANDRADE

EMENTA

O objetivo deste módulo é explorar a relação entre jogos eletrônicos e as mídias locativas. Inicialmente, será apresentado um breve histórico dos games, considerando os diferentes gêneros e plataformas. Mostrar o formato dos pervasive/ubiquitous games, criados com base no paradigma do Computador do Século XXI e viabilizados pelo advento das redes sem fio, plataformas móveis e mídias locativas. Apresentar a classificação atual destes games (pervasive games, alternate reality games, ubiquitous games, cross-media games, etc) acompanhada dos principais projetos, no mundo. Explicar como é feito o design destes jogos, destacando papel das mídias locativas e suas diversas finalidades – marketing, treinamento, educação, política, etc.

BIBLIOGRAFIA

Andrade, Luiz Adolfo de. Efeitos em terceira pessoa e funções pós-massivas: o caso de Obsessão Compulsiva. Trabalho Apresentado no II Simpósio da ABCIBER (Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura. São Paulo: PUC, 2008. Disponível em http://realidadesintetica.com/?Page_id=134

Andrade, Luiz Adolfo de. Realidades Alternadas ou revelações de Lost sobre games e ficção seriada. Trabalho apresentado no Colóquio internacional Televisão e Realidade. Salvador: UFBA, 2008. Disponível em http://realidadesintetica.com/?Page_id=134

Mcgonigal, Jane. The Puppet Master Problem: Design for Real-World, Mission-Based Gaming.” Second Person. MIT Press, January 2007. Eds. Pat Harrigan and Noah Wardrip-Fruin. Http://www.avantgame.com/writings.htm

Lemos, André. Mídia locativa e territórios informacionais. 2007. Disponível em http://www.andrelemos.info/artigos/midia_locativa.pdf

19 DE MAIO

BLUETOOTH MARKETING E MÍDIAS LOCATIVAS.
PROF. MSC MACELLO MEDEIROS

EMENTA

O advento dos artefatos móveis como os smartphones (celulares de última geração), PDAs, Notebooks e Netbooks vem reconfigurando a forma do consumo de informação. As conexões via tecnologia Bluetooth, por exemplo, estão sendo utilizadas para o envio de conteúdo informativo para esse dispositivos como podemos constatar na ações de Bluetooth Marketing. Esse tipo de ação é realizada em um lugar determinado, geralmente lojas, stands de vendas, shoppings, bares e restaurantes, onde os clientes portadores de artefatos móveis como os celulares podem receber cupons de desconto, informações do cardápio, promoções, peças de campanha publicitária, etc. A proposta do curso é entender o funcionamento básico da tecnologia bluetooth nos artefatos móveis e as suas implicações nos usos e práticas comunicacionais contemporâneas.

BIBLIOGRAFIA

Anderson, Chris. A Cauda Longa: Do Mercado de Massa para o Mercado de Nicho. São Paulo: Editora Elsevier, 2006.

Beltrão, Luís; Quirino, Newton de Oliveira. Subsídios para uma teoria da comunicação de massa. São Paulo: Summus, 1986/2003.

Canetti, Elias. Massa e Poder. São Paulo: Companhia das letras, 1995.

Castells, Manuel. A Era da Intercomunicação. Artigo do site Le Monde Diplomatique Brasil. Disponível em http://diplo.uol.com.br/2006-08,a1379

Kumar, Krishan. Da Sociedade Pós-Industrial à Pös-Moderna. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editora, 2006.

Lemos, André. Mídia Locativa e Territórios Informacionais, in Carnet de Notes http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/locativa.pdf , janeiro, 2007.

______________ Cidade e Mobilidade. Telefones Celulares, funções pós-massivas e territórios informacionais., in Matrizes, Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação., USP, ano 1, n.1, São Paulo, 2007, ISSN 1982-2073, pp.121-137.

Mackenzie Adrian in SHELLER, Mimi; URRY John. Mobile Technologies of The City. New York: Editora Routledge, 2006

Oliveira, Ricardo Augusto Rabelo. Bluetooth e Multimídia. Anais do IV Workshop em Tratamento de Imagens, NPDI/DCC/ICEx/UFMG, p. 14-25, Junho de 2003.

Prado, Eduardo. Mobile Marketing: Uma Nova Mídia Digital. Artigo do site TELECO. Disponível em http://www.teleco.com.br/emdebate/eprado21.asp.

Tahtinen, Jaana. Mobile Advertising or Mobile Marketing. A Needs for a New Concept? In FeBR 2005 – Frontiers of e-Business Research 2005. Conference Proceedings of eBRF 2005 pp. 152-164.

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Trans-Border Tools

Já havia postado sobre o “Trans-Border Tools” do Electronic Disturbance Theater. No texto (em discussão para apresentação no simpósio “Violence, Techonoly and Public Intervention” do NetBehavior),  Trans-border Tools by EDT, os autores apresentam a ferramenta e os motivos que levaram a sua proposição. O título da apresentação é “The Transborder Immigrant Tool: Violence, Solidarity and Hope in Post-NAFTA Circuits of Bodies *Electr(on)/ic* A talk by the Electronic Disturbance Theater.

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Leiam o texto. Ele apresenta uma interessante articulação de questões caras ao debate contemporâneo sobre a “internet das coisas” e as mídias locativas, como a dimensão filosófica e política do andar, as geografias sensíveis, as fronteiras polissêmicas, a geopolítica mundial, as novas tecnologias e a arte. Podemos pensar aqui nas questões que tenho levantado, neste Carnet e nos últimos artigos, sobre as novas territorializações com as tecnologias de localização e da mobilidade (particularmente celulares e GPS), sobre o controle informacional na nova relação espaço físico e eletrônico, sobre os novos sentidos dos lugares e dos não-lugares, como essas zonas de transição entre fronteiras, o “no man’s land”, etc. O texto mostra como uma ferramenta de controle informacional (celular, GPS e softwares) pode ser usada para ajudar os “desterritorializados”, aqueles que buscam superar as bordas, as fronteiras dos Estados e, mais ainda, as barreiras sociais, políticas e raciais. Acho que o “Trans-Border” é um excelente exemplo de articulação das midias locativas com a arte e a política. Ele coloca em evidência os problemas territoriais (físicos, políticos, subjetivos e informacionais) da sociedade contemporânea. O texto faz referência ao Brasil pelos trabalhosde Lygia Clark e de Augusto Boal. Abaixo alguns trechos:

3266578138_1549a3f1e7“The U.S.-Mexico border has rewritten and been rewritten by the imaginative geographies of the literal continental corridor. As Gloria Anzaldua writes in Borderlands / La Frontera: ‘The U.S.-Mexican border es una herida abierta [is an open wound] where the Third World grates against the first and bleeds. And before a scab forms it hemorrhages again, the lifeblood of two worlds merging to form a third country – a border culture.’ A deep archive and repertoire of suspect movement choreographs American -isms that hyperextend/hypertext beyond the United States to cast shadows of negative value on certain bodies, directional flows, and cognitive/head maps. To add injury to insult, vertiginous ecologies and narco-reterritoralizations compound the dangers of contemplating border landscapes as continuity (versus contingency).

“The Tool The Transborder Immigrant Tool is a project by the Electronic Disturbance Theater with the aim of reappropriating widely available technology to be used as a form of humanitarian aid. The tool consists of an inexpensive cell phone, with a Global Positioning Satellite (GPS) chip, and a custom piece of software. The software will direct the user of the phone toward the nearest aid site, be that water, first aid or law enforcement, along with other contextual navigational information. This is accomplished by a Java based application written by Brett Stalbaum which accesses the phone’s ability to receive GPS information without needing to send out data which may allow the user to be located and without needing phone service.”

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“The Transborder Immigrant Tool can be seen as part of a larger shift from Tactical Media to Tactical Biopolitics. While media artists of the late nineties and early two thousands were often concerned with the political potentials opened up by cheaper access to media technologies, we are interested in the political potential opened up by technologies which can serve to improve people’s lives directly, including medical technologies and safety devices such as GPS tools. The upcoming Digital Art and Culture conference’s title ‘after media’ sums up well the contemporary media artist’s desire to take their work off of the screen and back into the world. Biopolitics can be thought of as resistance to control over our daily lives, and as such we see the shift embodied in the Transborder Immigrant Tool away from media and towards public interventions which seek to change the very conditions of life and death which are created by biopower”

“In addition to the navigational capabilities of the Tool, we have recently added another module to the software in order shift the dialog further towards one of hospitality. As the user walks with the tool, after a given temporal interval, a few lines of poetry will begin to play. With this gesture we can provide a bit of poetic sustenance, to enact a space of hospitality and to welcome the traveler into a new space.”

“Brett Stalbaum has recently begun a new website, Walkingtools.net, with the aim of sharing frameworks and practices among locative media artists. Here, the Transborder Immigrant Tool is one example of this model that includes a Base Layer XML Schema, an API, an Authoring Layer and a Project Layer. At the Authoring Layer are tools such as the Transborder Deployer, which will allow organizations we collaborate with to install our software on their own phones. Our hope for the project is that it may enable groups we are working with to be able to access these inexpensive phones and install our software themselves. In the case of Border Angels, this could facilitate the ease of handing a new volunteer a cell phone with our software on it and they could refill the water caches themselves, allowing many more volunteers to participate in the humanitarian effort. Brett’s hope for Walkingtools.net is that it will allow locative media artists to expand their practices in new directions instead of needing to reinvent the wheel or make the plumbing for every project they embark on.”

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Vincent Cerf

Cerf na USP, foto por Bonix (Flickr)

Cerf na USP, foto por Bonix (Flickr)

Considerado o pai da Internet (criador do protocolo TCP/IP), Vint Cerf afirma que a cópia faz parte da essência da internet e destaca a importância dos celulares como forma de lutar contra a exclusão digital. A matéria é do El Pais e me veio pela lista “ciberativismo”.

Trechos:

(…) “En Internet es tan fácil duplicar el material que no tienen sentido las restricciones actuales. Las normas se basan en controlar las copias, pero esa es la esencia de la Red. Hace falta un modelo de explotación de contenidos que respeten la creación original y promuevan la creatividad. Una fórmula de éxito que tiene gran aceptación es iTunes”. Cerf no apuesta por penalizar, sino por enseñar a los usuarios: “Poner restricciones y multas no es el camino. Es mejor enseñar a la gente a reconocer a quien crea, a valorar la información y a pagar para que se sigan creando buenos contenidos”. (…) “Hay que separar poderes entre proveedores de servicios, de contenidos y de conexión”, dice Cerf, que sigue apostando por la neutralidad en la Red “para mantener el compromiso democrático”.

(…) “Cerf destacó la importancia del desarrollo del acceso a la Red desde dispositivos móviles: “En África mucha gente descubre Internet por primera vez desde un teléfono. Ése es uno de los motivos para que tengamos el sistema operativo Android, para que se puedan hacer aplicaciones en un dispositivo portátil que sirve para todo tipo de comunicación”.

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Manifesto sobre as Mídias Locativas

Acabo de publicar na revista eletrônica 404nOtF0und um manifesto sobre as mídias locativas (em breve publico também em inglês). Depois de alguns anos pensando no assunto, esse manifesto chama a atenção para o futuro do desenvolvimento das tecnologias e serviços baseados em localização, para a nossa relação com o espaço público e para as relações sociais e comunicacionais na era da internet das coisas.

Vejam o texto na íntegra aqui: http://andrelemos.info/404nOtF0und/404_71.htm

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Globo embarca no celular

globoDesde a semana passada que tentava publicar algo sobre a iniciativa da tv Globo de produzir telejornal especificamente para celulares e transmissão para ônibus. Agora sobrou um tempinho para comentar esta questão. Como todos sabem o modelo de tv digital brasileiro, originado do padrão japonês, permite o acesso também em dispositivos móveis preparados para receber o sinal digital. A Samsung já lançou no Brasil, em 2008, celulares com capacidade de recepção da tv digital aberta. Entretanto, há outro movimento em paralelo e mais rápido que este, a chamada tv móvel, com transmissão via streaming para celulares ou em forma de “pilulas” para aparelhos como o iPhone que não é exatamente a tv digital. É neste terreno que a Globo promete entrar com ênfase a partir deste ano com o lançamento de telejornais para celulares.

A Globo tem explorado bem, através dos seus sites globo.com e g1, o uso de vídeos on demand de sua programação. Logo após o fim de programas jornalísticos como Jornal Nacional as reportagens ficam imediatamente disponíveis no portal globo.com para iPhone. Em casos mais específicos como partidas de futebol é possível assistir no celular os gols ou melhores lances minutos depois de acontecerem.

As empresas de comunicação começam a investir na convergência e na mobilidade propiciada pelos dispositivos móveis como celular. Com a variação de redes disponíveis (3G, Wi-Fi) o usuário pode navegar na web ou acessar vídeos de praticamente qualquer lugar, de forma ubíqua. No anúncio da nova programação da emissora, no último domingo, William Bonner deu ênfase na intenção de levar a notícia para qualquer plataforma e para qualquer lugar. É algo parecido com o que o Globo propos no ano passado com sua campanha “muito além do papel de um jornal” defendendo a estratégia de que “Nosso negócio é informação, multiplataforma, multimarca e multigeografia”.

Na contracapa do livro “tv digital no Brasil – tecnologia versus política” (SENAC, 2008), de Renato Cruz, um trecho sintetiza este novo cenário em experimentação pelos broadcast: “Televisão no celular. Televisão pela linha telefônica. Pela Internet. Pela tomada de energia elétrica. Pela rede sem fio WiMax. No iPod. No computador. No carro, no trem, no barco e no metrô. Por todas as redes, em qualquer lugar e em todos os dispositivos.”

Resumo: o celular torna-se uma poderosa plataforma para recepção e para produção de conteúdo jornalístico neste ambiente de convergência em andamento.

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