Links da Semana #29

Metrô de São Paulo agora tem supermercado virtual

Adesivo imita gôndolas nas estações Paulista, Pinheiros e Faria Lima, e quer incentivar clientes a fazer compras em supermercado online

Site reúne vídeos feitos com drones em diversas cidades do mundo

TravelByDrone mostra imagens publicadas no YouTube e feitas com as máquinas aladas, e as relaciona em um mapa

Dumbing down the smart city

Does the smart city concept put technology ahead of people, ignoring the very things that make us human?  Adam Greenfield, Senior Urban Fellow in LSE Cities, discusses the growing public scepticism around claims that intelligent operating systems and data analytics are the key to our future.

Smart Cities: How digital will put people in the centre

Digital is permeating every aspect of life. Healthcare, retail, transport, communications, government. As digital undergoes continued adoption, it will continue to drive improved communications, real-time access to data and connected products and services (things), and deliver better experiences for all that interact with digitally connected and augmented spaces.

Dark Side to Internet of Things: Hacked Homes and Invasive Ads

Hackers can crack governments and corporations, let alone smartphones and desktops. What’s to stop them from hacking a connected house? Think back to those dark ages when the first smartphones arrived. Back then, few people worried about the privacy and security issues those products might pose. Look where we are today.

From NASA, the World Cup’s 12 Cities Lit Up at Night

Proving its devotion to monitoring spheres that zoom through space, NASA has jumped into the football fray with images of the 12 Brazilian cities hosting World Cup games, lit up at night like blazing stadium lights.

Os 100 maiores “pensadores” da internet das coisas de 2011

Os 100 maiores “pensadores” da internet das coisas de 2011

Cada vez mais e mais pesquisadores e pessoas comuns passam a ver a internet of things de maneira mais clara e com potencial mais apropriável pela sociedade. Tendo em vista este motivo, o site Postscapes, voltado para a temática dos estudos de internet das coisas, fez uma breve seleção dos “100 maiores pensadores sobre internet das coisas em 2011”.

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Resenha de Everyware, seções 1 e 2

Everyware, Adam GreenfieldE se ao invés de estar alocada em alguns poucos dispositivos eletrônicos, a informação pudesse ser disposta em qualquer lugar, em qualquer objeto, a qualquer momento? Buscando uma aplicação tecnológica dessa maneira e de modo a facilitar nosso dia a dia, essa é a exploração empregada por Adam Greenfield em seu livro Everyware.

O livro é dividido em 7 seções, cada qual com uma abordagem específica. Nesta resenha, exploramos as duas primeiras seções, que tratam, respectivamente, da proposta central de Everyware e como esse paradigma, se pudermos tratar assim, diferencia-se de outras aspectos tecnológicos que nos já são familiares.

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Resenha do livro “Sentient City”, parte 1.


Sentient city: ubiquitous computing, architecture, and the future of urban space, 2011.

Editor: Mark Shepard, artista, arquiteto e pesquisador. Projeto atual: “Hertzian Rain” que trabalha com a produção sonora na cidade.

Resenha Macello Medeiros – Prefácio, Introdução, Caps. 01, 02 e 03.

Prefácio

O livro é fruto de um evento realizado no outono de 2009 pela Architectural League e tenta responder a seguinte questão: “ao passo que as tecnologias digitais parecem estar desmaterializando mais mais o mundo a nossa volta (tal qual livros, cds e fotografias, qual o impacto que elas possivelmente podem ter em relação a inevitável materialidade das construções e das cidades? A proposta é conceber outra forma de compreender o espaço urbano, através dessa complexiadade que surge unindo as cidades e as tecnologias digitais (“tramas” do texto de vinícius). De forma secundário, os estidos de casos e ensaios do livro tem como objetivo mostrar como é possível trazer os arquitetos e designers para uma discussão sobre a cidade de forma a compreendeê-la não apenas como um espaço físico, mas como o resultado destas relações entre materialidade e imaterialidade ou atores humanos e não humanos.

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